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DESENVOLVIMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE FOMENTO AO EMPREENDEDORISMO EM ESTADOS E MUNICÍPIOS

por ANAFISCO

A criação de novos empreendimentos está ligada às atitudes do Estado, que por vezes, pode dificultar o acesso e início de novas experiências empreendedoras.

Para isso, são necessárias um grupo de ferramentas que irão dar suporte ao gestor público para que se crie um ambiente agradável de negócios.

Sendo essas as políticas públicas que iriam trazer progressos para os estados e municípios, tanto para pequenos quanto para grandes empreendedores.

A implementação destas, favorece os lugares em que estão localizadas, promovendo empregos, renda e, por vezes, infraestrutura para melhorar as condições da área.

Dessa maneira, explicamos alguns conceitos do empreendedorismo, as formas que políticas públicas poderiam ser aderidas e como funcionam.

Políticas públicas para o desenvolvimento do empreendedorismo

Para continuarmos o assunto, precisamos definir alguns conceitos, por exemplo os tipos de empreendedores existentes.

As empresas que se desenvolvem rapidamente, acabam por ter um grande papel na criação de empregos e economia, dessa forma, são consideradas empresas de alto impacto.

Por outro lado, companhias que tem como objetivo quitar as obrigações financeiras e desenvolvem uma quantidade menor de empregos, ou seja, micro e pequenas, são consideradas empresas de estilo de vida.

Para se executar políticas públicas que sejam eficientes para todos os empreendedores, é preciso separar os dois grupos e criar políticas específicas para cada.

Uma vez que, as políticas de empreendedorismo se referem às empresas de alto impacto, assim, estimulam indivíduos com grandes inovações que irão aumentar o crescimento econômico e apresentar mercadorias e serviços de maior valor agregado.

As políticas destinadas para as pequenas empresas são denominadas políticas de apoio às micro e pequenas empresas, estas desenvolvem empregos e são responsáveis pela melhora de vida dos empreendedores, sendo políticas mais sociais.

Por isso, a implementação de políticas públicas pode gerar estímulo nas atividades empreendedoras, pois estas estabelecem empregos, aumentam o crescimento econômico, diminuem as desigualdades e incentivam a inovação em diferentes setores.

Assim, para se compreender as políticas públicas que podem ser adotadas por ambos, podemos diferenciar na forma que são executadas, estas são divididas em políticas regulatórias e de estímulo.

Políticas públicas que podem ser adotadas

As políticas regulatórias apresentam consequências positivas socialmente e de evolução para o setor, por isso, influenciam os espaços tanto de empreendedores de alto impacto quanto os de micro e pequenas empresas.

Exemplos de políticas regulatórias que podemos citar são: regulamentos para entrada e saída do mercado, leis trabalhistas e sociais, normas de propriedade e intelectual, assim como, tributos e falência, e por fim, diretrizes que alteram a disponibilidade de capital, as taxas de juros ou melhorem o acesso ao financiamento.

A seguinte opção são as políticas de estímulo referentes a atividades que favorecem as práticas do empreendedorismo de alto impacto, sendo desenvolvimento da cultura e educação empreendedora, a promoção de incubadoras para as empresas, a criação de projetos de inovação e pesquisa. Assim como, planos para o impulso da internacionalização e o ingresso de grupos marginalizados.

Como funciona

O desenvolvimento da educação e cultura empreendedora falam a respeito de incluir aulas em todos os níveis, desde o ensino básico até superior, que proporcionem incentivo e competência de empreender. A educação é um dos principais pilares para se promover quando se tem objetivo de incluir o empreendedorismo como forma de cultura.

Dessa forma, atende os que já estão presentes nesse caminho e incentiva a geração seguinte, com várias ferramentas que irão facilitar o acesso e reunir mais indivíduos para o grupo do empreendedorismo.

Outra política é o investimento em pesquisa e desenvolvimento, através da aproximação entre universidades ou faculdades e empresas que possuem profissionais de áreas diversas, assim, consegue-se criar uma relação entre as inovações e possíveis empreendedores.

Além disso, após estabelecidas empresas iniciantes necessitam de orientação, treinamento e aconselhamento para conseguir uma gestão eficiente que dê resultados.

Por último, temos a constante de uma onda de novos empreendedores pelo surgimento de novos negócios e estimulantes públicos.

Desse modo, ao terem como referência diversos empreendedores que apresentam resultados com seus negócios, acabam por se tornar um exemplo para os mais jovens. Estes se tornam adeptos ao empreendedorismo e sucessivamente se torna um ciclo.

Assim, podemos resumir os pontos que teremos como resultado destes processos: um espaço regulatório assertivo, um bom nível educacional, dedicação ao empreendedor e a inclusão do estado em todos os momentos.

Como resultado, a implementação das políticas de estímulo tem um resultado efetivo a longo prazo para o desenvolvimento dos espaços regionais.

Assim como o uso das políticas regulatórias promove a criação de um bom espaço para os empreendedores e gera bons resultados sociais de emprego e renda, as políticas de estímulo servem como um complemento para garantir que estes lugares continuem a se desenvolver e criar mais empreendedores.

O que você acha do assunto? Quais são suas propostas para o desenvolvimento do empreendedorismo nas cidades e estados? Deixe sua opinião nos comentários!

Fonte: Grupo Editores do Blog.

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