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Como será o futuro compartilhando bens e serviços nas cidades no mundo

por ANAFISCO

Muito tem se falado sobre economia compartilhada e o fato de que essa é uma das tendências que mais crescem, tanto para negócios quanto no cenário das cidades inteligentes. Mas afinal, o compartilhamento será o futuro?

Primeiramente, a grande verdade é que é muito difícil mensurar o impacto que, de fato, essa disrupção dos modelos tradicionais de negócios pode alcançar em termos de mudança de culturas.

Mas não se pode negar que o conceito de economia compartilhada tem sido muito mais que aceito, tem se tornado indispensável.

O termo, que ganhou popularidade como um modelo econômico cuja base é o fornecimento e compartilhamento de bens e serviços por meio de uma plataforma online, hoje é sinônimo para simplificação da vida cotidiana.

A tecnologia fez com que o compartilhamento de bens se tornasse mais simples, possibilitando a comunicação entre proprietários e usuários.

Porém, não existiria o que entendemos por economia do compartilhamento se não houvesse a tecnologia como aliada nesse processo, afinal, empresas como Airbnb só se tornaram possíveis com a utilização e popularização da tecnologia.

Como funciona a Economia Compartilhada?

A partir da economia compartilhada foram se desenvolvendo novos hábitos de consumo e novos modelos de negócios.

O funcionamento da economia compartilhada se dá a partir do uso compartilhado dos produtos e serviços através de um consumo colaborativo e não exclusivo, como nos exemplos que iremos citar:

O BlaBlacar conecta pessoas com espaços sobrando nos carros com outras que precisam de caronas. O aplicativo é gratuito e está disponível para celulares Android e iPhone, permitindo que passageiros e motoristas se favoreçam de custos e preços abaixo da média.

O marketplace de alimentação mais famoso do momento conecta restaurantes e clientes, através de seu sistema de delivery. 

Um marketplace focado em moda. Esse é o Enjoei. Nessa plataforma, pessoas que querem desapegar de algum item se conectam com outras que desejam adquirir esse produto por um preço abaixo do mercado. 

Como será esse futuro compartilhado?

A tendência é de que tenhamos cada vez mais facilidade e menos preocupação pela adesão do sistema de compartilhamento de bens e serviços, pois nesse modelo de economia, custos de tempo e dinheiro com manutenções e seguros, se tornam irrelevantes. 

Hoje não é necessário que se compre um carro, pode-se locar um em uma empresa como Turbi, por exemplo. Isso resolve o problema de pessoas que precisam de carros esporadicamente e teriam mais custos possuindo um do que alugando.

Por fim, uma plataforma disruptiva chamada GlooPay proporciona a chance de compartilhar um sonho junto com um grupo de amigos, através de um modelo intitulado Shared Payment (pagamento compartilhado).

A expectativa é de que agora com a chegada do 5G, esse tipo de negócio passe por uma nova transformação, trazendo ao mercado novos produtos hoje ainda inimagináveis, tornando a economia compartilhada uma realidade em praticamente todo o mundo.

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