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Cidades inteligentes: como incentivá-las e alguns exemplos praticados

por ANAFISCO

As Smart Cities já são uma realidade no mundo inteiro e no Brasil não seria diferente. São cidades comprometidas com o desenvolvimento sustentável ligado à transformação digital em todos os aspectos: econômico, sociocultural e ambiental. Mas para que elas cresçam e se mantenham, é preciso incentivá-las e, muitas vezes, esse papel vai caber aos gestores municipais e estaduais. O podem público pode dar o pontapé para que as empresas possam seguir com o jogo em que todos saem ganhando.

A parceria público-privada é essencial para o desenvolvimento das Smart Cities. É preciso que até a legislação vigente, por exemplo, acompanhe as transformações que ocorrem em alta velocidade. Você deve se lembrar da chegada do Uber no Brasil. Muitas das grandes capitais não estavam preparadas para receber esse novo modelo de negócio. Então, também é papel do poder público fomentar essa discussão.

Não podemos esquecer a educação, já que é através dela que nascem os empreendedores e também toda a mão de obra que fará girar a tecnologia das Smart Cities. Universidades, centros técnicos e até uma educação básica moderna, sustentável e de qualidade irão formar a base de um futuro sustentável e de sucesso para as Smart Cities. Além disso, é preciso criar uma cultura tanto de inovação quanto do uso sustentável de todas as inovações mantidas em uma cidade inteligente. Hoje, no Brasil, a cultura local é um dos principais desafios a serem contornados e com a educação de qualidade esse processo poderá ser mais rápido.

Exemplos de sucesso no Brasil

No Brasil, é de interesse do Governo o incentivo ao desenvolvimento dessas cidades em todo o território. Dentre as cinco principais Smart Cities brasileiras podemos citar: São Paulo, Florianópolis, Curitiba, Brasília e Vitória. Mas esse número vem crescendo a cada ano.

A pergunta que fica, então, é: como podemos incentivar o surgimento dessas cidades inteligentes? A resposta pode ser simples, se olharmos por um ponto de vista mais dinâmico. Como as cidades inteligentes são um grande mercado para os pequenos empreendedores, por exemplo, podemos começar por aqui.

Gestores municipais e estaduais podem, e devem, criar programar de inovação, que incentivem e direcionem novos empreendedores. Assim, eles podem criar uma rede que se conecta e se autossustenta, aumentando as chances de sucesso nos negócios. Como exemplo de que um processo leva a outro, podemos citar São Paulo. Por lá, 99,8% da população tem cobertura 4G. Como uma abrangência tão grande, existiu a possibilidade de um cadastro imobiliário informatizado, tornando os processos mais ágeis e simplificados na hora de alugar um imóvel, por exemplo.

E já que falamos da cobertura em 4G, é importante enfatizar que a qualidade desse serviço está atrelada ao sucesso dos avanços tecnológicos nas cidades inteligentes. Salvador, que é umas das Smart Cities brasileiras que vem crescendo e se destacando, além de possuir uma cobertura bastante alta, também preza pela velocidade do serviço ofertado aos usuários. Assim, foi possível incentivar e sustentar o desenvolvimento dos dois polos tecnológicos e as seis incubadoras de negócios que surgiram na Capital da Bahia.

Se você é gestor público municipal ou estadual, tem pensado em estratégias para tornar a sua cidade uma futura Smart City? Diante dos exemplos citados podemos perceber que as vantagens ocorrem para todos os lados, tanto para a gestão que incentiva, para o empreendedor que se desenvolve e para toda a sociedade que utiliza os produtos e serviços dispostos.

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Fonte: Grupo Editores do Blog.

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